Sorrisos, borboletas na barriga, abraços, beijinhos, primavera e dias solarengos, como é bom viver!
23.4.09
Sorrisos, borboletas na barriga, abraços, beijinhos, primavera e dias solarengos, como é bom viver!
24.3.09
Saudades
,)*
Em busca de um ideial
P´ro futuro sonhado
Se poder tornar real
Entre aulas e estágios
Sem tempo p´ra parar
Surgiram amizades
Que p´ra sempre vão ficar
Hoje de capa traçada
Despedimo-nos a cantar
Dos amigos das noitadas
E da cidade que nos viu formar
Nova vida vamos ter
Mas por muito que passe o tempo, Esald vamos prometer
Ficas no nosso pensamento
Á noite correndo a cidade
A lua como guardiã
Saímos todos p´ra rua
Em folia até de manhã
Da vida de estudante
Como vou ter saudade
A minha alma chora
Por te deixar, oh cidade
Hoje de capa traçada
Despedimo-nos a cantar
Dos amigos das noitadas
E da cidade que nos viu formar
Nova vida vamos ter
Mas por muito que passe o tempo, Esald vamos prometer
Ficas no nosso pensamento"
10.2.09
Damo-nos conta de que quem é verdadeiramente importante permanece, de quem realmente nutre por nós afecto, ternura e amizade.
A amizade pode ser entendida por um mero sorriso, um silêncio conjunto ou simplesmente uma troca de olhares. Sinto e nutro amizade por pessoas com quem não contacto todos os dias, algumas raramente, mas gosto mesmo muito delas. Adoro-as.
E essas sei que as terei sempre comigo, perto ou longe, trago-as no coração. Por oposição, algumas que pensava enquadrar bem no círculo começam a escapar-se. Se calhar foi porque eu permiti que assim o fosse mas neste caso ela simplesmente partiu.
Gostei de te acompanhar até agora na caminhada mas não sei se quererás a minha presença daqui para a frente. Cresceste, alcançaste novos horizontes e no meio de tudo isso perdi-me. Não fiz força para permanecer, mas também não senti a mão, o abraço e a vontade do teu lado. Boa viagem, não te invejo as asas nem os sonhos, desejo-te felicidade e alegria.
Boa caminhada, melhor é sempre possível...
22.1.09
é só mais um dia mau...
Muitas vezes sinto que me perdi de mim. Por detrás de uma aparente serenidade, escondem-se inquietações, levanto-me perguiçosamente e vivo como se fosse um relógio a marcar as 24h interminável, impiedoso e ininterruptamente. Dou por mim a lembrar sombras de sonhos, vontades que há muito deixei fugir e sinto-me desolada pela plasticina a que me moldo. Perdi-me em promessas frustadas, esperanças desvanecidas e aspirações goradas.
19.1.09
Amores
A Enfermagem, o Cuidar. O descobrir-me e (re)descobrir-me dia após dia, estágio após estágio, matéria após matéria, sorriso após sorriso, recuperação após recuperação, lágrima após lágrima e sonho após sonho. Adoro aquilo que faço.
15.1.09
Tão verdade...
A música é um sonho em que nos esforçamos sempre por roubar as letras."
Livros
"E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
"Não te deixarei morrer David Crockett", Miguel Sousa Tavares
O Amor é sempre algo de inebriante
31.12.08
30.12.08
2008/2009
3.9.08
A Vida
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei quando nunca pensei decepcionar-me, mas também já decepcionei alguém.
Já abracei para proteger, já ri quando não podia rir, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, amado e não amei.
Já gritei e saltei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, sofri algumas vezes.
Já chorei a ouvir música e a ver fotografias, já liguei só para escutar uma voz, apaixonei-me por um sorriso, já pensei que ia morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial.
Mas vivi! E ainda vivo... Não passo pela vida! Vivo! É bom ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.
Charlie Chaplin
19.8.08
28.4.08
Pérolas e Despertares
26.4.08
Regresso
19.9.07

O que é mais simples como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se encontra no curso prevísivel da vida.
Porém, se nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos nos empurrou para fora do caminho habitual, então as coisas são outras.
Nada do que se espera transforma o que somos se não for isso: um desvio no olhar, ou a mão que se demora no teu ombro, forçando uma aproximação dos lábios.
Nuno Júdice in «Poesia Reunida»
17.8.07
Fazes-me Falta

Fazes-me falta. Saudades de te abraçar, de me perder de encontro ao teu peito, das tuas carícias nas minhas mãos, macias como a leveza de uma pluma, eu a sentir fecharem-se-me os olhos, num enleio suave, enquanto tu me beijas a testa e me sussuras ao ouvido. A cidade, os bancos de jardim, as conversas, os lugares percorridos autopsiados pela tua sensibilidade incomensurável, a música lá longe e a conversa a fluir, pacífica, serena, ardente. Sorrisos e mais sorrisos, as mãos dadas, os abraços, os beijos roubados e as borboletas na barriga. O aperto no peito na hora da despedida, o brilho nos meus grandes berlindes castanhos, num misto de comoção e desejo. A saudade de ti, de nós. Dolorosa.
para outro F da minha vida, este o meu tesouro*
A carta que chega tarde
Tive medo da intensidade que cada palavra tua imprimia. Querias embriagar-me com as tuas frases, o teu amor que tanto tinha de viciante e convidativo. Quase conseguiste. Mas esperaste tempo demais ou então fui eu que mudei.
Eu poderia ter-te amado. Porque gostar de ti, sei que gostei. Foste e és-me ainda muito especial. Mas o amor recalcado que me ensombrava, as músicas, os locais que me faziam recordar esse amor, o mais marcante em mim talvez por ser o de adolescente iludida e deslumbrada impediram que a força e a coragem se transformassem em vontade e me levassem até ti, fazendo com o meu coração se abrisse para ti.
Porém, faltaram-me as palavras certas e defendi-me da pior maneira, magoando-te a ti. Fechei-me a ti, ao teu sentimento e a tudo de bom que ele (e tu) me poderiam ter trazido. E depois de algumas conversas e tentativas da tua parte, perdi-te. Não na totalidade nem para sempre, mas de certa forma uma parte de ti fechou-se para mim (porque eu quis dirás e, é verdade).
O que resta são as palavras que trocamos. Que nunca estarão gastas, e das quais, apesar de tudo, eu nunca me esquecerei. Nem de ti. Por isso, sabe-me tão bem pensar em nós no outro dia, numa noite quente na esplanada a tomar café e num passeio a colocar a conversa em dia, como bons amigos.
para um dos F da minha vida*
15.7.07
A nova do Jorge Palma
6.6.07
Guardiães de Tesouros


